Obrigado pai pela minha educação!

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Era uma forma de educar, hoje condenada pelos educadores e pseudo-psicólogos, mas que funcionava. Forjou homens de têmpera, respeitadores, honestos e também mulheres dignas. O método moderno, baseado no modelo matriarcal, permissivo, deu no que deu: pessoas de moral fraca, mal-educadas, narcisistas, corruptas e perversas.

Meu pai ensinou a VALORIZAR O SORRISO…
“ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!”

Meu pai me ensinou a RETIDÃO.
“EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PANCADA!”

Meu pai me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS…
“SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA. SUA MÃE ACABOU DE LIMPAR A CASA!”

Meu pai me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA…
“PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?” Clique aqui e leia mais…

Perigo: Notebooks da CCE / Nextera

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Perigo: Notebooks da CCE

O Brasil sem dúvida tem muitas coisas para se orgulhar, mas é realmente difícil se tornar um ufanista por estas bandas. Ao mesmo tempo que temos um dos poucos governos no mundo que combatem de maneira eficiente a desigualdade social e a fome, temos governantes, como em São Paulo, que destroem todo um sistema educacional e que aumentam o preço do transporte público alegando reajusta-lo conforme o preço dos combustíveis (detalhe: o preço do petróleo despencou e os postos de gasolina remarcam os preços para baixo). Sem dúvida esse é um país cheio de contradições.

Ao ler um artigo na Folha sobre a morte de um grande empresário brasileiro, o Dr. João Augusto do Conrado do Amaral Gurgel, revivemos a história de um brasileiro arrojado, patriota, que construía carros nacionais atendendo nossas necessidades, e que sempre apostava na melhor alternativa de fabricação de carros que unisse qualidade e preço. Ele apostava em engenheiros brasileiros, trabalhadores brasileiros, e no povo que adorava seus carros. Infelizmente, tão grande fé no Brasil era minada continuamente pelos governos militar, Collor e FHC que atendiam aos interesses das montadoras de carro norte-americanas boicotando assim sua industria.

Ao ler esta matéria num belo iMac, viro de lado e me entristeço com outra história da indústria nacional: meu notebook da CCE. É uma pena que num país como o de João Gurgel haja, ao mesmo tempo, empresários como o Sr. Isaac Sverner, dono da “Comércio de Componentes Eletrônicos”. Ao contrário de Gurgel não vou falar das impressões morais que eu e muitos outros temos deste senhor, mas sim relatar um caso triste de descaso com o povo brasileiro. Clique aqui e leia mais…

O Racismo Institucionalizado na Indústria de Cosméticos

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O Racismo Institucionalizado na Indústria de Cosméticos

Por Arthur Meucci

Uma matéria publicada no jornal espanhol ” El Pais” (17/09/2008) revelou que as empresas farmacêuticas e de cosméticos Unilever, Nivea, L’Oreal, Procter and Gamble, The Body Shop, Avon, Clinique e Revlon vendem produtos que prometem CLAREAR A PELE DE NEGROS, INDIANOS E ASIÁTICOS. Segundo reportagem das agências internacionais grandes empresas como a Unilever e a Avon estão fazendo MEGA campanhas publicitárias na África e na Ásia com a seguinte mensagens: “ser branco é mais bonito, atraente e puro do que ter pele escura”.

Propagandas como o do sabonete Dove (Unilever), shampoos fabricados pela Nivea, P&G, L’Oreal Paris, entre outras citadas, prometem belezas para todas as peles, fazem estrondosas campanhas midiáticas de responsabilidade social. Se dizem preocupações com nossa saúde e bem-estar. Porém, como todas as megas corporações capitalistas, fabricam produtos PERGIOSOS e utilizam propagandas RACISTAS para aumentarem seus lucros em países menos desenvolvidos. Estes produtos, vendidos por tais corporações, são responsáveis atualmente por inúmeros casos de deformação de pele em adolescentes, além de complicações que levaram a morte por intoxicação e câncer de inúmeras pessoas.

Segundo o El Pais e a Reuters Internacional alguns países da África tentam proibir a venda de produtos que tenham como mensagem, ou finalidade, mudanças estéticas que envolvem estereótipos ligados a “raça”. Não só pelo conteúdo racista, mas também pelos grandes efeitos nocivos à saúde humana. Porém, o forte lobby destas empresas e o poderio da câmara de comércio americano dificultam a adoção de tais práticas.  Por outro lado, não sabemos se estas empresas envolvidas realmente consideram negros, pardos e asiáticos seres humanos para se preocuparem… Clique aqui e leia mais…

Fazendo História: Quando a História Acontece

Posted in Brasil, Crítica Filosófica, Cultura, Educação, Escola Pessimista de Peruíbe, Filosofia, Ética, Índio on 10 Setembro, 2008 by Arthur Meucci

Fazendo História
Quando a História acontece, mas você não percebe

Por Bernardo Issler

Dia 1º de maio, ano de 1500. O escrivão Pero Vaz de Caminha conclui a redação de uma carta com o propósito de comunicar, ao seu destinatário, o nascimento do Brasil. Dom Manuel, Rei de Portugal, leu na carta a anunciação de um novo mundo e ficou mais emocionado ainda quando soube pela leitura tratar-se de uma terra “em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo por bem das águas que tem”.

Desde então, os descobridores desta terra e do novo mundo quiseram e dela se aproveitaram e continuam se aproveitando ao longo do calendário, percorrendo, ininterruptamente, 508 anos desde a carta do achamento até a marca de hoje.

As notícias extraordinárias da existência dessa terra paradisíaca foram acompanhadas de um sábio conselho, ousadia do escrivão para com o seu Rei: “porém o melhor fruto que nelas se pode fazer, me parece, que seria salvar essa gente e esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em ela deve lançar”.

Essa gente, a quem ainda hoje chamamos de índios, indígenas, aborígenes ou outros sinônimos, eram os moradores, os habitantes da “terra achada”, os que acolheram os navegantes recém-chegados. Novo encantamento de Caminha: estavam alegres e nus! Dom Manuel ficou sabendo desde então que os donos da terra eram “gentes nuas como na primeira inocência, mansas e pacíficas…” Clique aqui e leia mais…

A Questão da Anistia e a Falta de Confiança no Exército: Ou para que realmente serve as forças armadas?

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A Questão da Anistia e a Falta de Confiança no Exército:
Ou para que realmente serve as forças armadas?

Por Arthur Meucci

Após algumas decepções com o governo de Lula, e da parte majoritária do PT, principalmente quando levamos em consideração a história do partido, as recentes iniciativas de Tarso Genro em questões delicadas como a lei de anistia me animam. Nada mais justo e coerente para um partido democrático, com história de engajamento na luta pela liberdade política e social, do que tentar derrubar nossa vergonhosa lei de anistia política que protege militares e políticos envolvidos em torturas e mortes durante o nefasto período da ditadura militar.

Como podemos ter deixado as atrocidades cometidas entre 1964 e 1985 impunes? Dois fatores explicam: a força dos militares após a ditadura e os governos de direita que assumiram o controle do país. Estes últimos se beneficiaram indiretamente do regime militar e dos horrores cometidos. Porém, o PT quebrou a corrente reacionária que começou com Collor e terminou com FHC. A democratização brasileira, casada com as questões de distribuição de renda e igualdade social, dá ao Governo legitimidade para tocar nesta grande ferida. Mas o que os emperra? O exército? Clique aqui e leia mais…