<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: A Legitimação do Casamento Virginal: Discussões Éticas e Jurídicas</title>
	<atom:link href="http://criticafilosofica.wordpress.com/2008/05/30/a-legitimacao-do-casamento-virginal-tangencias-eticas-e-juridicas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/2008/05/30/a-legitimacao-do-casamento-virginal-tangencias-eticas-e-juridicas/</link>
	<description>Um ciberespaço para reflexões de Arthur Meucci e convidados super especiais...</description>
	<lastBuildDate>Mon, 14 Sep 2009 13:24:40 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Nelson Junior</title>
		<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/2008/05/30/a-legitimacao-do-casamento-virginal-tangencias-eticas-e-juridicas/#comment-616</link>
		<dc:creator>Nelson Junior</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 23:58:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://criticafilosofica.wordpress.com/?p=32#comment-616</guid>
		<description>Anulando o casamento a corte francesa manifesta seu respeito à cultura islã e a tudo que a virgindade representa para esta comunidade. Nenhum critério seria mais antropológico que este, pois demonstra que os juízes do tribunal de Lille admitem que a diferença seja inerente também ao direito. Reconhecem o valor das diferenças culturais e individuais, “abrem-se para o outro” (GOMES, 2008, p.53) e numa atitude de profunda alteridade, analisam o fato sob um olhar de tolerância aos preceitos e costumes mulçumanos. Em fim, os magistrados não esmagam o princípio da diferença em nome de uma “ideologia da igualdade”.

Como este casamento em essência já não existe, pois independentemente da sentença da justiça o marido já não aceita o casamento, os juízes utilizaram coerentemente, como critério de decisão, o princípio jurídico da proporcionalidade ao optar pela decisão que causaria menos sofrimento para os dois. Pois, é plausível afirmar que a manutenção formal de um casamento inexistente, que não representa a vontade dos dois cônjuges, apenas atrapalharia e muito, o processo de reconstrução de suas vidas.

OBS: entendo o posicionamento das meninas...e respeito.
mas não podemos esquecer que se trata de outra cultura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Anulando o casamento a corte francesa manifesta seu respeito à cultura islã e a tudo que a virgindade representa para esta comunidade. Nenhum critério seria mais antropológico que este, pois demonstra que os juízes do tribunal de Lille admitem que a diferença seja inerente também ao direito. Reconhecem o valor das diferenças culturais e individuais, “abrem-se para o outro” (GOMES, 2008, p.53) e numa atitude de profunda alteridade, analisam o fato sob um olhar de tolerância aos preceitos e costumes mulçumanos. Em fim, os magistrados não esmagam o princípio da diferença em nome de uma “ideologia da igualdade”.</p>
<p>Como este casamento em essência já não existe, pois independentemente da sentença da justiça o marido já não aceita o casamento, os juízes utilizaram coerentemente, como critério de decisão, o princípio jurídico da proporcionalidade ao optar pela decisão que causaria menos sofrimento para os dois. Pois, é plausível afirmar que a manutenção formal de um casamento inexistente, que não representa a vontade dos dois cônjuges, apenas atrapalharia e muito, o processo de reconstrução de suas vidas.</p>
<p>OBS: entendo o posicionamento das meninas&#8230;e respeito.<br />
mas não podemos esquecer que se trata de outra cultura.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nelson Junior</title>
		<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/2008/05/30/a-legitimacao-do-casamento-virginal-tangencias-eticas-e-juridicas/#comment-615</link>
		<dc:creator>Nelson Junior</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 23:57:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://criticafilosofica.wordpress.com/?p=32#comment-615</guid>
		<description>Anulando o casamento a corte francesa manifesta seu respeito à cultura islã e a tudo que a virgindade representa para esta comunidade. Nenhum critério seria mais antropológico que este, pois demonstra que os juízes do tribunal de Lille admitem que a diferença seja inerente também ao direito. Reconhecem o valor das diferenças culturais e individuais, “abrem-se para o outro” (GOMES, 2008, p.53) e numa atitude de profunda alteridade, analisam o fato sob um olhar de tolerância aos preceitos e costumes mulçumanos. Em fim, os magistrados não esmagam o princípio da diferença em nome de uma “ideologia da igualdade”.

Como este casamento em essência já não existe, pois independentemente da sentença da justiça o marido já não aceita o casamento, os juízes utilizaram coerentemente, como critério de decisão, o princípio jurídico da proporcionalidade ao optar pela decisão que causaria menos sofrimento para os dois. Pois, é plausível afirmar que a manutenção formal de um casamento inexistente, que não representa a vontade dos dois cônjuges, apenas atrapalharia e muito, o processo de reconstrução de suas vidas.

OBS: entendo o posicionamento das meninas...e respeio.
mas não podemos esquecer que se trata de outra cultura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Anulando o casamento a corte francesa manifesta seu respeito à cultura islã e a tudo que a virgindade representa para esta comunidade. Nenhum critério seria mais antropológico que este, pois demonstra que os juízes do tribunal de Lille admitem que a diferença seja inerente também ao direito. Reconhecem o valor das diferenças culturais e individuais, “abrem-se para o outro” (GOMES, 2008, p.53) e numa atitude de profunda alteridade, analisam o fato sob um olhar de tolerância aos preceitos e costumes mulçumanos. Em fim, os magistrados não esmagam o princípio da diferença em nome de uma “ideologia da igualdade”.</p>
<p>Como este casamento em essência já não existe, pois independentemente da sentença da justiça o marido já não aceita o casamento, os juízes utilizaram coerentemente, como critério de decisão, o princípio jurídico da proporcionalidade ao optar pela decisão que causaria menos sofrimento para os dois. Pois, é plausível afirmar que a manutenção formal de um casamento inexistente, que não representa a vontade dos dois cônjuges, apenas atrapalharia e muito, o processo de reconstrução de suas vidas.</p>
<p>OBS: entendo o posicionamento das meninas&#8230;e respeio.<br />
mas não podemos esquecer que se trata de outra cultura.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alan Mazer</title>
		<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/2008/05/30/a-legitimacao-do-casamento-virginal-tangencias-eticas-e-juridicas/#comment-479</link>
		<dc:creator>Alan Mazer</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 04:26:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://criticafilosofica.wordpress.com/?p=32#comment-479</guid>
		<description>Bem, pesquisando entre vários artigos na bibliotéca universal (internet). Descobri que a presença do hímen não indica &quot;virgindade&quot; pois existem casos registrados de mulheres que nascem sem hímen (por uma razão conjenita ou algo parecido), creio q o HÍMEN em si não deveria ser a Prova da Virgindade ou desvirgindade de uma mulher, também existem casos que o hímen é tão frágil e fino, que ao usar um absorvente interno ele se rompe, ai vem a questão, neste caso a mulher perdeu sua virgindade? E nas mulheres q nascem sem hímen? Ela já nasceu Desvirginada?? Fica mais uma questão polêmica, até mais...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, pesquisando entre vários artigos na bibliotéca universal (internet). Descobri que a presença do hímen não indica &#8220;virgindade&#8221; pois existem casos registrados de mulheres que nascem sem hímen (por uma razão conjenita ou algo parecido), creio q o HÍMEN em si não deveria ser a Prova da Virgindade ou desvirgindade de uma mulher, também existem casos que o hímen é tão frágil e fino, que ao usar um absorvente interno ele se rompe, ai vem a questão, neste caso a mulher perdeu sua virgindade? E nas mulheres q nascem sem hímen? Ela já nasceu Desvirginada?? Fica mais uma questão polêmica, até mais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alan Mazer</title>
		<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/2008/05/30/a-legitimacao-do-casamento-virginal-tangencias-eticas-e-juridicas/#comment-478</link>
		<dc:creator>Alan Mazer</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 04:21:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://criticafilosofica.wordpress.com/?p=32#comment-478</guid>
		<description>Bem, pesquisando entre vários artigos na bibliotéca universal (internet). Descobri que a presença do hímen não indica &quot;virgindade&quot; pois existem casos registrados de mulheres que nascem sem hímen (por uma razão conjenita ou algo parecido), creio q o HÍMEN em si não deveria ser a Prova da Virgindade ou desvirgindade de uma mulher, também existem casos que o hímen é tão frágil e fino, que ao usar um absorvente interno ele se rompe, ai vem a questão, neste caso a mulher perdeu sua virgindade? E nas mulheres q nascem sem hímen? Ela já nasceu Desvirginada?? Fica mais uma questão polêmica, até mais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, pesquisando entre vários artigos na bibliotéca universal (internet). Descobri que a presença do hímen não indica &#8220;virgindade&#8221; pois existem casos registrados de mulheres que nascem sem hímen (por uma razão conjenita ou algo parecido), creio q o HÍMEN em si não deveria ser a Prova da Virgindade ou desvirgindade de uma mulher, também existem casos que o hímen é tão frágil e fino, que ao usar um absorvente interno ele se rompe, ai vem a questão, neste caso a mulher perdeu sua virgindade? E nas mulheres q nascem sem hímen? Ela já nasceu Desvirginada?? Fica mais uma questão polêmica, até mais.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al nandal</title>
		<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/2008/05/30/a-legitimacao-do-casamento-virginal-tangencias-eticas-e-juridicas/#comment-474</link>
		<dc:creator>al nandal</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 12:36:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://criticafilosofica.wordpress.com/?p=32#comment-474</guid>
		<description>pois é Bento, razão nao combina muito com emoção e é &quot;certo&quot; que nao havia amor. Pois se ha amor, ele sobrepoe as aparencias e eles ainda estariam juntos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>pois é Bento, razão nao combina muito com emoção e é &#8220;certo&#8221; que nao havia amor. Pois se ha amor, ele sobrepoe as aparencias e eles ainda estariam juntos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: BENTO DE ARAUJO LIMA</title>
		<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/2008/05/30/a-legitimacao-do-casamento-virginal-tangencias-eticas-e-juridicas/#comment-448</link>
		<dc:creator>BENTO DE ARAUJO LIMA</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 15:15:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://criticafilosofica.wordpress.com/?p=32#comment-448</guid>
		<description>É lamentável o que aconteceu mas, com certeza, neste relacionamento não havia amor. Pode ser que envolvia bens e riqueza, pois o tal sujeito desejaria uma moça virgem. Com certeza, no mundo muçulmano, não é o amor que comanda, mas o dinheiro, que pode comprar tudo, menos a felicidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É lamentável o que aconteceu mas, com certeza, neste relacionamento não havia amor. Pode ser que envolvia bens e riqueza, pois o tal sujeito desejaria uma moça virgem. Com certeza, no mundo muçulmano, não é o amor que comanda, mas o dinheiro, que pode comprar tudo, menos a felicidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rosi</title>
		<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/2008/05/30/a-legitimacao-do-casamento-virginal-tangencias-eticas-e-juridicas/#comment-446</link>
		<dc:creator>Rosi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 15:33:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://criticafilosofica.wordpress.com/?p=32#comment-446</guid>
		<description>muito bom o texto. 
=)
O problema moral, olhando sob olhos ocidentais, não é o hímen em si. Mas a mentira e a quebra de contrato que para aquela cultura ainda é de extrema importância.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muito bom o texto.<br />
=)<br />
O problema moral, olhando sob olhos ocidentais, não é o hímen em si. Mas a mentira e a quebra de contrato que para aquela cultura ainda é de extrema importância.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alessandra</title>
		<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/2008/05/30/a-legitimacao-do-casamento-virginal-tangencias-eticas-e-juridicas/#comment-445</link>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 13:54:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://criticafilosofica.wordpress.com/?p=32#comment-445</guid>
		<description>Como estudante de psicologia aprendi que o que torna o homem errado, pecador ou desajustado é simplesmente o seu conjunto de valores adquirido pela cultura em que esta inserido, sendo assim, o marido estava isento de culpa, mas ah se fosse no Brasil... agente caia matando encima dele.. hehehe</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como estudante de psicologia aprendi que o que torna o homem errado, pecador ou desajustado é simplesmente o seu conjunto de valores adquirido pela cultura em que esta inserido, sendo assim, o marido estava isento de culpa, mas ah se fosse no Brasil&#8230; agente caia matando encima dele.. hehehe</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mauricio</title>
		<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/2008/05/30/a-legitimacao-do-casamento-virginal-tangencias-eticas-e-juridicas/#comment-405</link>
		<dc:creator>Mauricio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 14:25:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://criticafilosofica.wordpress.com/?p=32#comment-405</guid>
		<description>Ainda bem que não se casou! Ele que procure uma mulher virgem e deixa a pobre garota em paz, ser virgem ou não é problema dela. Acho que ele queria uma indenização hahaha! Vai ser homem e procura outra mulher.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda bem que não se casou! Ele que procure uma mulher virgem e deixa a pobre garota em paz, ser virgem ou não é problema dela. Acho que ele queria uma indenização hahaha! Vai ser homem e procura outra mulher.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcos Simões</title>
		<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/2008/05/30/a-legitimacao-do-casamento-virginal-tangencias-eticas-e-juridicas/#comment-348</link>
		<dc:creator>Marcos Simões</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 21:16:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://criticafilosofica.wordpress.com/?p=32#comment-348</guid>
		<description>Anulação de casamento e divórcio se distinguem. Com base na legislação brasileira, a qual deve se assemelhar à francesa no caso em debate, penso que o Poder Judiciário Francês errou ao proclamar anulação quando, ao máximo e através de ação competente, poder-se-ia proferir dívórcio. Se a sexualidade pregressa já não encontra eco na legislação brasileira, quão mais na França, país de cultura milenar com repercussão em todo o planeta, já que, reinventando os ideais do pensamento clássico greco-romano, tratou de efetivar a tão famosa &quot;revolução francesa&quot;, página da história estudada por todos os povos cultos, a qual restou fundada nos ideiais de &quot;liberdade&quot;, &quot;igualdade&quot; e &quot;fraternidade&quot;. Certo é que é por demais sofrível a um cônjuge descobrir, a posteri, os &quot;segredinhos sórdidos&quot; do outro. No entanto, se tais segredinhos, por força de total ausência de raciocínio lógico, doerem tanto assim, melhor que se ajuize pedido de divórcio, já que, ainda que sob protestos, qualquer de nós não pode estar obrigado a viver num ambiente de desconfianças. Assim, não me parece que os ideais da revolução francesa tenham sido prestigiadois na própria França, o que é, realmente, assustador. E isso tudo porque quase ninguém se pergunta acerca das origens do culto da virgindade da mulher, qualidade outrora juridicizada e, daí, mitificada para que a &quot;Lei pegasse&quot;, em verdade, a bem dum negócio, qual seja, o &quot;direito da primogenitura&quot;, aquele no qual toda a fortuna do casal deveria ir para as mãos do filho mais velho da mulher, ainda que este fosse bastardo e anterior ao seu casamento oficial. O mais legal é que disso surgiu o culto à &quot;Virgem Maria&quot; e, daí, o melhor, a necessidade de dar melodia à poesia e, assim, canta-la, o que hoje traduz-se numa baladinha do pop-rock, tipo &quot;ó Ana Júlia!...&quot; ESTUDEMOS HISTÓRIA E SEJAMOS FELIZES!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Anulação de casamento e divórcio se distinguem. Com base na legislação brasileira, a qual deve se assemelhar à francesa no caso em debate, penso que o Poder Judiciário Francês errou ao proclamar anulação quando, ao máximo e através de ação competente, poder-se-ia proferir dívórcio. Se a sexualidade pregressa já não encontra eco na legislação brasileira, quão mais na França, país de cultura milenar com repercussão em todo o planeta, já que, reinventando os ideais do pensamento clássico greco-romano, tratou de efetivar a tão famosa &#8220;revolução francesa&#8221;, página da história estudada por todos os povos cultos, a qual restou fundada nos ideiais de &#8220;liberdade&#8221;, &#8220;igualdade&#8221; e &#8220;fraternidade&#8221;. Certo é que é por demais sofrível a um cônjuge descobrir, a posteri, os &#8220;segredinhos sórdidos&#8221; do outro. No entanto, se tais segredinhos, por força de total ausência de raciocínio lógico, doerem tanto assim, melhor que se ajuize pedido de divórcio, já que, ainda que sob protestos, qualquer de nós não pode estar obrigado a viver num ambiente de desconfianças. Assim, não me parece que os ideais da revolução francesa tenham sido prestigiadois na própria França, o que é, realmente, assustador. E isso tudo porque quase ninguém se pergunta acerca das origens do culto da virgindade da mulher, qualidade outrora juridicizada e, daí, mitificada para que a &#8220;Lei pegasse&#8221;, em verdade, a bem dum negócio, qual seja, o &#8220;direito da primogenitura&#8221;, aquele no qual toda a fortuna do casal deveria ir para as mãos do filho mais velho da mulher, ainda que este fosse bastardo e anterior ao seu casamento oficial. O mais legal é que disso surgiu o culto à &#8220;Virgem Maria&#8221; e, daí, o melhor, a necessidade de dar melodia à poesia e, assim, canta-la, o que hoje traduz-se numa baladinha do pop-rock, tipo &#8220;ó Ana Júlia!&#8230;&#8221; ESTUDEMOS HISTÓRIA E SEJAMOS FELIZES!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
